Digite o seu nome aqui.

4 de janeiro de 2012 at 4:59 (Sem categoria)

Quando ninguém sabe reconhecer suas qualidades, tenta encontrar seus defeitos para apontá-los.
Eu tenho sonhos, tenho desejos, tenho vontades
Não consigo separar os nossos sonhos, eles andam juntos
Planos, metas (…)
Eu tenho uma vida, embora pareça que não
Eu tenho um coração e um cérebro que tentam seguir caminhos diferentes
Mas tenho no maldito cérebro, uma mémoria
Ela é recheada de boas lembranças, (talvez infelizmente) só de boas lembranças, as ruins eu tenho apagado.
Eu nunca consigo lembrar das coisas ruins, nem com um(s), nem com outro(s)
Mas em 95% do tempo, as lembranças são tão especiais que me fazem esquecer o dia de hoje, o clima, a hora, o chão onde piso, e viajo nos gestos simples que me fizeram feliz como eu nunca imaginaria ser.
Eu era feliz, e eu sei que ainda posso ser mais feliz do que já fui
Sei que posso acordar te olhando novamente, compartilhando um cigarro antes de dormir, apagando a luz e te cobrindo, deitando no seu peito e ouvindo o som do seu coração
Posso te ouvir fazer drama porque não quer tomar insulina, que faz dodói, te ouvindo dizer “fio moi, fio”, e te enxer o saco para desligar o computador e assistir tv comigo.
Te dar bom dia com o café pronto, ou sair pra trabalhar atrasada e mal falar com você.
Te ver cuidando de mim,  colocando capa de chuva, toca, guarda chuva, blusa de frio, e tudo que tinha dentro da nossa casa pra me proteger de 10 quarteirões de chuva fina.
Ou ouvir você chegar do trabalho desde o portão, com o mp3 ligado no ultimo, e sair correndo abrir a porta e te abraçar, dizendo: “demorou moi, que saudade” mesmo que ficou apenas 8 horas longe de mim.
Chegar cansada em casa, suando, morrendo de dor, e ver um pacote de presente com uma cartinhas lindas em cima da mesa, e chorar de emoção
(…)
Entre outras milhares e milhares de boas lembranças, eu não consigo achar uma razão pra não querer estar perto de você
E dói muito imaginar ter que te esquecer, dói mesmo.
Não quero esquecer, não quero abrir mão do quanto e acho que posso ser feliz.

Estou perdida, por medo de perder outras pessoas
Mas não quero perder o medo de não ter você.
Eu quero você hoje, nesse minuto, a cada instante e quero você por cada “hoje” que existir, cada minuto que eu estiver de pé.
Quero ser pra sempre sua, realizar os nossos sonhos
Quero o seu beijo, o seu abraço, o seu sorriso …

E principalmente, acima de tudo, quero os seus olhinhos de caramelo me olhando outra vez

Link Permanente Deixe um comentário

mi niño, mi Ernesto

9 de dezembro de 2011 at 17:50 (Sem categoria)

aunque parezca extraño, puedo sentir
puedo escuchar que me llaman, siente que su amor dentro de mí
cuando puedo tener en mis brazos?
yo pensaba que esto no puede suceder.
no quiero vivir sin ti, te necesito
es como un ángel, tan pequeña, tan dulce.
miro a los ojos, y los encuentro como el mío
quiero tu boca, hablando con el mismo sonido que el de su padre
quiero que me mantenga pulsada la tecla, sin siquiera imaginar lo que está haciendo, y me hizo sentir el latido de su corazón, tan pequeña, tan frágil, cerca de mi
que no llega nunca, hijo mío, sé que va a estar en un lugar feliz
Yo sé que existe
nosotros amamos tu, te quiero a cerca de mi.
cuando esté listo, sólo tiene que llamarnos.

 

Link Permanente Deixe um comentário

Aeroportos

4 de dezembro de 2011 at 23:04 (Sem categoria)

Não sei mais mudar de assunto, não existe mais outro objetivo.
Não consigo enxergar outros mundos.
Hoje não sou mais eu mesma, não tenho mais um nome
Não quero mais ser “eu”.
Cansei do eu, cansei do não.

Um dia eu sei que pode ficar tudo escuro
Eu sei, a vida tem um fim
Mas o que se pregou no concreto, o que está imóvel, permanecerá.
E permanecerá enquanto existirem palavras, enquanto existir corações pulsando na terra.
Na minha lápide, eu quero que leiam o nosso lema, em voz alta
Eu quero Zombies Never Die maior que o meu nome
E todos vão finalmente entender que mesmo que eu apodreça, minha alma estará com você.
Ela é sua, como tudo que está em mim.

Link Permanente Deixe um comentário

Canos e vias arteriais

29 de novembro de 2011 at 2:56 (Sem categoria)

O que eu nunca fui, o que eu queria ser, o que eu posso ser
Aonde eu estava, aonde eu cheguei
De onde eu vim, pra onde irei, a onde estarei
Pelo que falei, pelo que não sabia falar, pelo que falei mais do que sabia, pelo que nunca soube
Por onde andei, andar
Por onde tentei, tentar
Por tudo que eu tinha, e te entreguei
O que entreguei, o que quis entregar, o que realmente era meu
O que era exclusivamente meu, tudo que eu podia ter, o que eu sou, o que eu fui, o que eu tentarei
Tudo o que eu te entreguei, hoje é seu e não volta mais.

Link Permanente Deixe um comentário

Tempo e espaço

4 de setembro de 2011 at 20:52 (Sem categoria)

Não se desesperar. Não esperar. Não despertar.

Não apertar. Não controlar. Não aguentar.

Não aumentar. Não ajudar. Não tropeçar.

Não temer. Não correr. não gemer. Não escorrer.

Não viver.

Não aprender a viver.

Não querer aprender a viver.

Não.

 

Não importa o lugar e as pessoas que o cerquem. Não importa a distância ou a proximidade.

O calor será o mesmo, o vento terá a mesma força.

A saudade continuará no mesmo lugar, lado a lado com o vazio que consome os seus dias.

Mas existe uma balança, aprenda a usá-la. Antes que seja tarde demais.

 

 

 

Embora após cada dia exista uma nova noite, o verdadeiro anoitecer nunca chegará.

Nunca será tarde.

Mas um novo dia também existe após cada velha noite.

E é nesse novo dia que o seu medo deve se instalar.

Dentre duas escolhas, uma delas é o medo.

 

Link Permanente Deixe um comentário

ZND VI- Venceremos!

14 de maio de 2011 at 1:24 (Sem categoria)

Eu não fazia idéia de como seria, e preferia nem pensar.

Pensava apenas em conseguir, e esquecia que precisava pensar melhor, aliás, é o que todos sempre me diziam “pense melhor, é isso mesmo o que você quer? E o futuro de vocês, será que vale a pena?”

Fiquei um ano lutando, na verdade, 4 anos, presa em uma guerra sem fim, matando e morrendo, arrancando pedaços de mim e de pessoas que não precisavam sofrer, mas estavam no meio do caminho.

E qual o resultado? Deu certo? Valeu a pena?

Agora sim, me ergo até os céus, respiro fundo, fecho meus olhos e tenho o orgulho de gritar para quem quer que seja: Eu sou a pessoa mais feliz e sortuda que possa existir.

Não é clichê, é a minha nova e eterna realidade.

Eu não pensava porque seria perca de tempo, afinal, todo o meu ser sabia que não poderia existir melhor sensação do que hoje estar em NOSSA CASA, e ter a MINHA FAMÍLIA.

Não há nada mais glorificante do que chegar de um dia cansativo entre escola e trabalho, colocar uma roupa larga, sentar no meu sofá, ligar a minha televisão, acender um cigarro e pensar: eu estou em casa.

Esse é o meu lar, construído com as minhas mãos, cada pedacinho daqui é meu.

E graças a tudo isso, me tornei uma pessoa mais inteligente, mais vivida, mais corajosa, muito mais descente do que pensava ser.

E pra quem dizia, invejosamente que “ninguém vive de amor”, eu, com um enorme tom de superioridade, respondo: VIVE SIM, EU SOU PROVA DISSO, EU VIVI DE AMOR POR MUITO TEMPO E VIVEREI PARA SEMPRE”

E vocês? Urubus presos em gaiolas douradas, estão felizes? O que é que vocês tem? Não digo na parte material, porque isso é apenas um mero detalhe.

Qual o orgulho que carregam dentro de si? Parem pra pensar.

E para quem pensar hipocritamente “eu tenho liberdade”, eu respondo plagiando um grande compositor: “A nossa liberdade é o que nos prende”

Vocês tem apenas vocês mesmo, e eu tenho o mundo, tenho a vida e sua essência, e o mais importante, eu tenho o amor da minha vida lutando minuto a minuto do meu lado

O homem mais completo que existe, o meu chão e ar, meu sonho e realidade, o príncipe encantado andando de skate, minha vida e morte, minha eternidade

O meu ontem, hoje e amanhã, André Felipe Sobeck, obrigada por me tornar a grande mulher que sou hoje.

Do fundo da minha melhor parte, de cada gota de sangue que corre as minhas veias, eu repito: eu amo você

enfim, é o fim!

Zombies Never Die!

Link Permanente Deixe um comentário

automóveis

16 de março de 2011 at 1:01 (Sem categoria)

Você já se sentiu mal o suficiente pra se lembrar que nunca esqueceu?
Já percebeu quantas palavras você* cuspiu sem ter nenhum gosto ruim na boca?
O que é que se faz quando percebe que metade do que fez não teve motivo, e a outra metade não teve razão?
Como se revolve uma questão de português com respostas de biologia?
Em pouco nem saberei disfarçar a bela c#gada de pombo que fiz em meu ombro.

*Referente a “eu”

 

 

 

vou esquecer, só pra lembrar.

Link Permanente Deixe um comentário

www.naosouninguem.com

5 de fevereiro de 2011 at 20:42 (Sem categoria)

Não vejo honra em tentar ser um personagem de filme, não vejo honestidade em se camuflar num desabafo escrito.

A falta de caráter me envergonha.

Link Permanente Deixe um comentário

Boa noite

20 de janeiro de 2011 at 18:27 (Sem categoria)

 

Aproveite melhor sua vida, afinal, quem te garante que isso tudo não é um grande sonho, e que algum dia você pode acordar em um lugar bem pior, e ninguém vai dizer: “calma, foi apenas um sonho”

Não tenha medo de mais nada, daqui pra frente acredite em você e arrisque.

 

Link Permanente Deixe um comentário

ZND V

23 de novembro de 2010 at 10:16 (Sem categoria)

A melhor definição do medo é proteção.
Adquirimos o dom de temer quando aprendemos a amar [não se trata do medo físico - se é que isso existe]

Meu medo, desde sempre, é de te perder
A partir do meu primeiro olhar correspondido, daquele primeiro beijo, carrego comigo o amor e o medo
E por um tempo, eu realmente perdi, o que fez a escuridão aparecer, o vazio abaixo dos pés, o nada
Mas tempos depois, eu tenho a oportunidade [quadruplicada] de ter  tudo aquilo outra vez
Agora somos um só, de uma vez por todas
E depois de muita batalha, eu vejo a guerra chegando ao fim
Já nos consideramos vencedores, conseguimos o mundo só para nós
E então, chega um dia onde eu quase vejo tudo sumir, mais uma vez
Seria muito fácil, comparado ao que foi, se você tivesse apenas dito que não me queria mais, porque como da outra vez, o meu sangue continuaria a pulsar na certeza de que, seja como for, você estaria em algum lugar, vivo, “tocável”.
Mas não. Eu vi, com os meus olhos que tanto gosta, você parando
O seu coração, que você me entregou, por alguns minutos não era mais de ninguém
O seu corpo não tinha mais ar, e eu estava ali, tão sem vida quando você estava
Por sorte, e por merecimento, tive alguém que reconheceu sem pensar, o quando você merecia continuar aqui, e o quanto eu não merecia te perder
E te trouxe de volta
A minha vontade/necessidade de ouvir seu coração voltar, te trouxe de volta também
E você respirou
Desesperadamente, como uma criança que acaba de sair do útero
O alivio não foi imediato,
Mas você voltou, aos poucos, pra mim

Agora o medo me persegue, em pesadelos, em vozes, em alucinações
Eu te vi quase sem vida. Eu me vi morta
Mas agora está tudo em paz
E eu agradeço, seja a quem for, pela sua vida, acima de qualquer coisa, acima de mim
A sua vida é o meu mundo

Esteja aqui, enquanto eu estiver.
E que fique mais claro ainda – ZOMBIES NEVER DIE.

Link Permanente Deixe um comentário

Next page »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.